quarta-feira, 31 de março de 2021

Saravá, e salve-se quem puder!

Este mundo continua triste, e o tempo igualmente, a maior parte das vezes. Dá dó ver como esta pandemia veio separar as pessoas que antes eram amigas e conviviam com alegria. Há quem acredite em tudo, quem acredite em nada, e ainda quem fique por cima do muro a ver o que vai dar... eu pertenço a este último grupo. Não está nada fácil. Fico estupefacta, às vezes indignada, com a paranoia instalada. Muita (des)informação, muita TV nas cabeças. Vejo pessoas de máscara pela rua - tudo bem - mas com medo (literalmente) de quem passa desmascarado. Afinal, se o medo continua, por que usam a máscara? E se formos ao supermercado, as pessoas estão a escolher a fruta e legumes umas por cima das outras, e tudo bem! Não consigo entender, me desculpem os novos paranoicos.

Para mim, leiga no assunto, contra este maldito vírus - que veio para fazer uma limpeza, acredito - ainda é possível nos protegermos, se usarmos a máscara em lugares públicos, com o devido distanciamento, se cuidarmos bem do nosso corpo a fim de ter imunidade suficiente para atacar qualquer vírus; e, muito importante, mais do que nunca é necessário cuidar da mente, pois viver com medo de tudo é viver pela metade. Quase impossível é proteger-se do cancro silencioso que anda por aí a matar, que aparece de repente e muda tudo na vida da gente. Fico assim quando sei que uma amiga com cancro de mama vai ser operada em breve. Quando nos chega este tipo de notícias, seja de familiares ou de pessoas amigas, começamos a por tudo em causa e deixa-se de dar importância a muita coisa.

Divisão de mentalidades cada vez mais acentuada, uns acreditam piamente nestas vacinas, no que escutam na TV etc., outros estudam a fundo o problema, com dados concretos, medicina alternativa, homeopática ou macrobiótica, enfim, várias maneiras de enfrentar o bicho - de preferência usando  métodos naturais, para bem da nossa saúde - mas bora lá tomar vacina, dizem alguns, desde crianças tomámos todas e ninguém morreu… pois, sabemos lá…há muita gente maluquinha por aí e não sabemos por que motivo(s)… além disso, há vacinas e vacinas, com estas sinto-me cobaia... e vírus sempre haverá no mundo...

Por exemplo, fui operada às amígdalas em criança, como assim foi com a maioria de nós; recentemente tomei conhecimento que a minha voz se terá modificado por causa disso (detesto ouvir a minha própria voz, porém, há quem goste :-). As amígdalas fazem parte do sistema de defesa do organismo e da mucosa respiratória, e muitas dúvidas podem surgir quando se trata de cirurgia para retirá-las. Não existe um consenso médico sobre se esse procedimento faz mal ou não para a nossa saúde, cada caso deve ser avaliado.

Neste mundo cada vez mais conectado, somos bombardeados com milhares de informações sobre o que faz bem ou mal para a nossa saúde. Então atualmente pós-covid, é peritos por todo o lado. Às vezes dá vontade de viver na ignorância, viver simplesmente, pois atualmente há na verdade (des)informação a mais. 

Por isso, vamos ser donos da nossa mente e do nosso corpo, e sigamos o nosso coração, ou a nossa intuição. Sejamos responsáveis por nós mesmos. Deus nos deu um cérebro e feliz de quem souber usá-lo.

Saravá e salve-se quem puder!

https://www.youtube.com/watch?v=e11zx5TzRxo

 

Desapego.
Soltar. Entregar. Deixar ir.
Deixar partir. Fluir.
Viver no presente. Sem o peso do passado.
Sem expectativas para o futuro.
Saber de nossa finitude.
Saber que somos passageiros.
Sem posses. Sem medo. Sem culpas.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

F.O.D.A.

Continuo sem elas, as palavras… Até o sol – tão habitual na zona sul do país, e que me alegrava tanto em cada manhã ao despertar - anda fugitivo, mal aparece nas últimas semanas. Tudo parece tão triste. O frio e a chuvinha continuam, será a natureza a querer dizer “fiquem em casa” - até tu, Brutus?!

Quem aguenta ficar tantas horas por dia em casa? Que saudades de sair, ir ouvir música ao vivo, dançar, socializar, bem ou mal… Somos seres sociáveis por natureza, caramba! Dou comigo a imaginar famílias juntas 24h por dia, têm que ser amorosas ou “o caldo deve entornar” muitas vezes… passa-se a vida à volta do fogão  “o que cozinhar agora?” ou a encontrar na despensa produtos com data de validade já passada ou a terminar, vamos lá aproveitar, que receita interessante pode-se encontrar no Google com este ingrediente? (...)

Ou…vamos pensar que estamos a caminhar para um mundo melhor, sem tanto consumismo e deslumbramento, um mundo mais humano e solidário, com menos manias de grandezas...será possível, ou delírio meu? Tantas incertezas…Entretanto, se (ainda) nada se pode fazer contra este estado de coisas, vamos acender a lareira e simplesmente ficar…ler um livro, escutar música relaxante (ou não), vamos enxotar as vibrações negativas para bem longe de nós…ou… vamos ter fé, jogar no euromilhões, e depois compraremos uma passagem para Marte…quem sabe, lá ainda poderei respirar e (a)mar-te à vontade…com ou sem Mar?

No ponto em que estamos, com as notícias a cada momento sobre o vírus devastador, e as respetivas consequências negativas tanto a nível económico como social, quem não o tiver (ainda) fisicamente, na verdade já o tem (mentalmente), dada a sua omnipresença avassaladora. Ninguém pode escapar disso.

E surge uma pergunta, em vésperas de celebrar mais um dia dos namorados: depois, quando toda esta pandemia passar, como será a reaproximação entre as pessoas?… Como vai haver vontade de “paquerar” outra vez? Ou namorar de verdade? Que dificuldades terão os solteiros para encontrar alguém? Estarão desconfiados ou desesperados? Pediremos um beijo ou um teste? Podemos tirar as máscaras? Devemos dar as mãos? Ela ou ele está a ser higienizada/o?

Agora pode não parecer, mas em algum momento o mundo vai abrir-se novamente. E voltaremos a fazer as coisas que amamos, esperamos nós, fora das nossas casas, com a nossa família e os amigos. Para pessoas solteiras – isso pode significar um regresso ao mundo do namoro. 

Namorar já não era assim tão fácil antes da pandemia – mas agora, estaremos todos sem prática, e a ideia de nos voltarmos a apaixonar pode ser particularmente assustadora. 

Em inglês, há um nome interessante para isso – FODA (Fear Of Dating Again), ou seja: medo de namorar outra vez.

Se estás a sofrer de FODA, fica a saber que "estamos juntos". Passamos meses (e meses) isolados de outras pessoas, mal saindo das nossas tocas e sem tocar em ninguém... Temos, porém, a sorte de haver o telefone, os computadores, os smartphones, através dos quais até podemos interagir com imagens, mas tudo isso poderá ter, para muita gente, um impacto negativo na capacidade de comunicar cara a cara, predizem alguns estudos. Rezemos é para que não haja algum apagão demorado que nos deixe incontactáveis ou isolados do resto do mundo, aí sim, será loucura total, especialmente para quem estiver longe dos entes queridos.

Pronto, consegui escrever mais do que 100 palavras… vou me inspirar para uma próxima vez!


terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Que mundo é este?!

Ela caminhava pelas ruas desertas da pequena cidade e praticamente era a única sem máscara. Para quê, se não andava aos encontrões com ninguém? E via as pessoas mascaradas pela rua, algumas com a dita pelo queixo ou pendurada no cotovelo...também em alguns (poucos) carros que circulavam, pessoas a conduzir de máscara, essa bem posta, às vezes mesmo casais, e pergunta-se: será que ainda dormem juntos, ainda se beijam, ou…? 

Apetecia-lhe cumprimentar as pessoas que passavam por ela, ainda conseguia ver o sorriso por trás de alguma máscara que a olhava e cumprimentava também. Que mundo triste é este com toda a gente amordaçada? Com medo de um inimigo invisível…? O dia também estava cinzento, frio, como a vida, para a maioria das pessoas…Nunca se ouviu tanto o barulho das ambulâncias como agora, todos os dias. Ela agradece baixinho, por mais um dia com saúde.

Tudo fechado. O teletrabalho tornou-se obrigatório, para quem puder, claro. Ela imagina as famílias em casa, muitas em situação de desemprego, onde agora “todos ralham e terão razão”, pois ninguém tem culpa de nada. Aconteceu. Como, por quê, até quando, ninguém sabe nada.

E isso é o pior de tudo. Não saber de nada. Vai ela pensando: além das mortes pelo maldito vírus, haverá as outras provocadas pela miséria (muitas vezes, mental), pela fome, os maus tratos em ambiente familiar (em lares desestruturados, sem pão nem educação, e onde geralmente o vinho não falta), outras doenças graves que agora não são atendidas devidamente…Melhor nem pensar muito, no que vai acontecer a curto ou longo prazo… entretanto, vai-se lendo que os ricos estão cada vez mais ricos, como assim? Pois...há crises que sempre dão jeito a alguns… e o Carnaval está perto, mas…a folia acabou-se, o ser humano não tem sabido comportar-se durante décadas e décadas, e agora é necessária a verdadeira Humanidade, ou estaremos todos F…ritos. "Acordem, larguem os telemóveis e deem as mãos!"

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Primeira mensagem do Ano!

Ei Ui

Ainda não escrevi nada em 2021… parece que ando sem inspiração, ou desmotivada… É que já começámos com uma nova variante inglesa do vírus, a tempestade Filomena, um frio do C..acete, o assalto ao Capitólio, um avião que se despenhou na Indonésia, pessoas conhecidas (e não só) que vão desaparecendo todos os dias desta dimensão, notícias que nos deixam incrédulos… e hoje ainda é apenas o 12º dia do ano!!! A continuar deste jeito, será que vamos sentir saudades de 2020(?)…

O vírus chinês, tal como o resto do “made in China” dura ou durou pouco tempo. Agora, tornou-se inglês… E se ele tiver a mesma longevidade que a rainha Elizabeth, estamos F…eitos! Que mais nos irá acontecer, a nós ou aos nossos?…

Mas… haverá sempre alguém que nos vai iluminando neste Mundo. Pessoas de LUZ que sempre transmitem mensagens encorajadoras.

Conselhos de uma curandeira e poetisa mexicana: “Cure-se com a luz do SOL e os raios da LUA. Ao som do rio e de uma cascata. Com o balanço do mar e o agitar dos pássaros. Cure-se com hortelã, eucalipto, e outras ervas benéficas. Adoce com alfazema, alecrim e camomila. Abrace-se com grão de cacau e um toque de canela.

Coloque amor no chá em vez de açúcar, e beba olhando as estrelas. Cure-se com os beijos que o vento te dá e com os abraços da chuva. Permaneça firme e forte com os pés descalços na terra e com tudo o que dela deriva. Seja mais esperto/a a cada dia, ouvindo a sua intuição, e encarando o mundo de frente. Salte, dance, cante, para VIVER mais FELIZ. Cure-se com a beleza do AMOR, e lembre-se sempre: “Cada um de nós é o remédio.”


sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Estrela de Natal nos ilumine!

Apetece-me falar (ou escrever) mas nem sei o quê. Que dezembro está a terminar e este ano foi para esquecer ou… para lembrar que tudo na nossa vida pode mudar de repente e teremos que estar bem preparados, para não “surtar”! (continuo a gostar do coloquial brasileiro)… Preferia era ir surfar agora J

Este ano precisamos de mais Esperança! Precisamos de Acreditar. De Sonhar.

Precisamos de Amar sem tocar. De acariciar sem beijar. De estar presente e ser presente para alguém, nem que seja de longe.

Natal chegando devagarinho com toda a sua Magia...mostrando-nos que há um Menino que vai nascer. Que há uma Luz que vai brilhar. Que há um Sonho para construir.

Então, que essa MAGIA nos inunde em cada estrela. De ESPERANÇA em cada lar. De AMOR em cada um de nós!

É que Jesus vai nascer!

Imaginemos que há sempre uma nesga de oportunidade que se abre e é nela que temos que fixar o olhar e toda a ENERGIA que consigamos subtrair ao desespero.

Temos que conseguir ser resilientes, ao ponto de estarmos totalmente disponíveis para reconstruir um futuro que sabemos ameaçado. Por isso, este Natal tem que ser sobretudo um exercício de solidariedade. E ainda que não possamos festejar como de costume o Ano Novo, temos que acreditar nele.

Desejo a todos Boas Festas e muita coragem. Um Santo e Feliz Natal! Que todos possamos receber o melhor presente: a saúde e a alegria de viver.

https://www.youtube.com/watch?app=desktop&feature=share&v=0GLgdo96iiQ&noapp=1

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Quase Natal outra vez...

 

Dizem que estamos em época natalícia ou quase no natal… mas este ano está tudo tão triste, cada vez mais sozinhos… se já havia antes solidão, agora então é de agoniar… e pior ainda, com medo uns dos outros, até de amigos e familiares… o Covidizer veio para assustar, e renovar a Humanidade. Eu já tinha escrito sobre isso, do RESET que é necessário, e aí está, estamos apenas no começo!

Quem não aprendeu a estar ou ficar sozinho, vai sofrer muito nesta época, tenho pena.

Na consoada, muitos estarão à mesa com as pessoas queridas em modo virtual, via computador ou  telemóvel? Outros muitos, sozinhos, especialmente as pessoas idosas, irão para a cama com um pratinho de sopa,  adormecer para esquecer. E sorte de quem ainda consegue dormir, ou ter um pratinho de comida.

Sentimo-nos todos 'com uma espada apontada à cabeça'. Ando pela rua e logo de manhã só se ouvem sirenes de ambulância, passam por mim pessoas mascaradas com olhar assustado ou triste… meu Deus, que mundo é este? Ninguém esperava uma coisa destas, foi um vírus inventado, ou a própria Natureza é que se encarregou de o mandar para nós; como vamos saber, tanta (des)informação, andamos à toa.

Mas agora "o vírus" está alastrado por aí, para nos tornarmos fortes e conseguirmos sobreviver. Mais solidariedade, compaixão, amor por si e pelos outros; chega de ganância, deslumbramento, egoísmo…

“O verdadeiro espiritualista tem consciência de que a vida como ela é está perfeita. Nada precisa ser alterado ou consertado. Só tem que ser aceite. Quando fazemos as pazes com a vida, a Paz entra na nossa Vida. Simples assim!” (Ferrini “Die Wunder der Liebe, p.89) – Amor Incondicional - tudo o que o Mundo precisa, mais do que nunca.

Sobre a pandemia. Ter medo de quê? Um dia perceberemos – os mais evoluídos, ou Iluminados - que viemos ao mundo para perder tudo. Quanto mais vivemos, mais perdemos. Primeiro perdemos os pais ou pessoas muito queridas, os animais de estimação, alguns lugares, e depois, lentamente, vamos perdendo as nossas próprias faculdades físicas e mentais.

Não podemos viver com medo. Este estimula um futuro negro para ser vivido no presente. 

É necessário relaxar e apreciar o que temos e viver no presente.

 Neste Natal, envio para vocês o maior presente de todos: muita luz e esperança no coração!

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Happy ME!

                                              8 equilíbrio, início de uma nova vida...?


Já passou… e não custou nada!

62 ou 26… o que interessa?      6+2 = 8

Quando deitado, o 8 simboliza o infinito, representa a inexistência de um começo ou fim, do nascimento ou da morte, e aquilo que não tem limite, a ligação entre o físico e o espiritual, o divino e o terreno.

Na esfera superior, é o nome de Deus com 8 letras.

Na esfera do intelecto, 8 são as recompensas dos abençoados (herança, pureza, poder, vitória, santa visão, graça, soberania e felicidade).

Na esfera celestial, 8 são os céus visíveis (o céu semeado de estrelas, o céu de Saturno, o céu de Júpiter, o céu de Marte, o céu do Sol, o céu de Vénus, o céu de Mercúrio e o céu da Lua).

Na esfera elemental, 8 são as qualidades (seca da terra, frio da água, humidade do ar, calor do fogo, calor do ar, humidade da água, seca do fogo e frio da terra).

Na esfera inferior, 8 são as virtudes que atraem as bênçãos (os pacificadores; os que buscam e os que seguem a verdade; os que são mansos; os que sofrem pela verdade; os puros de coração; os gratos; os que não são arrogantes; os que sentem verdadeiramente pelos males que afligem a humanidade).

Na esfera infernal, 8 são os castigos dos danados (prisão, morte, juízo, cólera divina, trevas, indignação, tribulação e angústia).

Na tradição cristã, o oito é o número que simboliza a ressurreição, a transfiguração. O número 8 anuncia a prosperidade e a bem-aventurança de um novo mundo.

Oito é o número da atração e repulsão, da vida, dos terrores e todos os tipos de lutas, da separação, rutura, destruição, expectativas e ameaças.

 

Viajei um pouco, agora vou descer à Terra… onde tudo anda confuso.

Foi um dia bem passado com pessoas queridas e bem-dispostas. Sou viciada em pessoas felizes ou, sendo humanas e nada perfeitas, que ao menos ostentem um sorriso e a vontade de levar a vida mais leve. Como eu. Nada é fácil e tudo deve ser conquistado; o importante é a importância que a gente se dá... Com a idade aprende-se a ignorar o que nada nos acrescenta e a valorizar o essencial...respeitando o outro que escolheu o que lhe convém e não pediu a tua opinião.
Quando se ama - seja lá o que for esse amor - queremos ser o centro do mundo de alguém, e descobre-se (mais cedo ou mais tarde) que somos nós o centro do universo; o amor tem que ser por nós próprios e insistimos em procurar fora de nós...Resultado: deceções uma vida inteira!  Mas tudo passa, e aprender é bom até morrer e enquanto aqui andar não quero bagagem pesada...quero uma vida leve e viajar em 1ª classe mesmo com simplicidade...simples assim!... Há gente que complica demais:  vê o mal onde não existe, inventa isto e aquilo para se infernizar...já basta o desassossego de sermos entes efémeros e de passagem por aqui; para quê complicar ou nos incomodarmos com os problemas dos outros…
Pedras junto-as todas, e um dia construirei um castelo!

Pessoas que parecem e não são. Ou são o que não parecem. Pessoas inseguras, complexas… não! Gosto de ter orgulho em quem me rodeia  e que igualmente se orgulhem de mim...que mais posso querer?

Paz, saúde e mais um ano quase a terminar, 2020 que é para esquecer, com uma nuvem negra a pairar sobre as nossas cabeças… Se o mundo já era psicopata, agora então está o caos instaurado.

Idade, o que interessa isso?

https://www.youtube.com/watch?v=ZbZSe6N_BXs

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Um Mundo em suspenso...

 O Mundo entristece, e divide-se...

Quando você está numa "noite escura da alma", não consegue mais sentir a conexão com o seu próprio centro divino. Na noite escura da alma vêm à tona os lados sombrios, quando temos emoções que chamamos de baixa vibração, como medo, raiva, tristeza, desespero etc. e que reprimíamos até agora.
Porém, na noite escura da alma, tudo isso vem à tona para que possa ser curado. Isso significa que, durante esse tempo, a pessoa frequentemente passa por estados emocionais que são tudo menos felicidade. Surgem os tais medos, e desesperos… e essa noite escura da alma pode durar meses, ou durações diferentes.
O propósito disso é que as nossas "partes sombrias" sejam integradas e curadas. Mas quando alguém passa por isso, está muito mais na sua LUZ.

Quando olhamos para a situação que temos agora na Terra, parece que estamos coletivamente nessa noite tão escura da Alma. Medos primitivos são despertados nas pessoas, as partes sombrias deste mundo tornam-se ainda mais visíveis, etc.
E se olharmos assim, também sabemos que essa fase vai passar, porque uma noite escura da alma não é eterna.
No nosso caso, isso vai continuar - todos nós vamos percebendo que os governos não têm planos de restaurar os seus países, ou seja, voltar ao estado em que estavam antes de toda esta história.

Mas, no final, tudo dará certo e o amor espalhar-se-á pela Terra. Esta é apenas uma tentativa de impedir o AMOR - mas o AMOR não pode ser evitado, só pode ser adiado.

Portanto, o melhor que podemos fazer agora é concentrar-nos nas coisas positivas, sentirmo-nos confiantes e escolher o AMOR e a LUZ.

Podemos mudar o que pensamos se tivermos a introspeção necessária para isso. Nisso podemos ser “influencers” (ou influenciadores); quanto às outras coisas no mundo, nem tanto.

Portanto, vamos ter certeza que não perdemos a coragem e a melhor decisão é amar a nós mesmos e todas as outras pessoas, os animais e a natureza. Mesmo que meses muito turbulentos estejam iminentes e não sabemos ao certo quanto tempo vão demorar, até que o AMOR comece a tomar conta do MUNDO, ou de nós...



segunda-feira, 21 de setembro de 2020

NVM

Novo Vírus Mundial

O próximo vírus já está a caminho e aproxima-se a passos largos. É uma questão de dias... E desta vez cobrir a boca ou trancar-se em casa não adianta nada.

Com efeito, diferentes cientistas detetaram uma doença - até agora desconhecida - originada aparentemente pela mutação de outro vírus ao mesmo tempo incubado em diferentes lugares do mundo. Segundo esses especialistas, a sua propagação é planetária e mais rápida do que todas as pandemias conhecidas.

Os especialistas da O.M.S. identificaram-na como a ′′gripe do Despertar′′ cujos primeiros sintomas se manifestam por uma repentina e clara compreensão de factos e fenómenos que pareciam difusos ou suspeitos.

A seguir, de forma inofensiva, vem uma imperiosa necessidade de nos amarmos mais, nos alimentarmos de modo saudável, de lidarmos corretamente com os nossos resíduos, sem contaminar, e espalhar essas ideias por todo o lado.

Quase ao mesmo tempo ocorre uma pronunciada antipatia para com os meios de comunicação, especialmente a TV com os respetivos programas de notícias e outros lixos.

Finalmente, nesses primeiros sintomas manifesta-se também um aumento considerável do nível de consciência, uma conexão com a alma, e uma libertação do medo, fenómenos completamente desconhecidos até hoje por uma grande maioria.

Após alguns dias, a ′′gripe do despertar′′ acaba no amor à vida e total agradecimento incondicional.

Com o aparecimento deste novo vírus, todas as ameaças possíveis – como a terceira guerra mundial, as vacinas maciças, e outras - parecem não ter qualquer efeito.

A elite escura do poder está completamente perplexa e desamparada. Inclusive, a O.M.S. decretou estado de alerta contra este vírus, pois poderá melhorar radicalmente a situação geral do planeta.

Em alguns círculos chama-se a esta doença o ′′vírus da Verdade′′ e alertam que é altamente contagioso. Há suspeitas de que é transmitido pelo pensamento e é recomendado o contacto com pessoas que sabem o que é amor incondicional.

Amor há muito, o que falta é (saber)  AMAR...

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Circo de feras

Já estava com saudades de vir aqui ao meu cantinho da lamentação, ou exaltação (depende do estado de espírito). Ou fifty-fifty.  

Ando sem tempo. Agora deu-me para chegar a casa, refastelar-me no sofá e assistir às séries da Netflix. O tempo vai passando e quase deixo de comer. Uma novidade para mim, e por enquanto estou a gostar. Até enjoar, claro, como tudo na vida (lol). Está calor demais para andar na rua, que bom chegar em casa, tirar tudo o que nos aperta ou aquece o corpo suado, e ficar como quando se veio ao mundo. Sensação boa!

Ai mundo, se soubéssemos o que nos espera, recusaríamos a vinda logo à nascença, ou suplicaríamos para nos devolverem à origem! Falando nisso, lembrei-me agora e aproveito para contar uma do meu falecido pai: ele queria ter um primogénito rapaz, se assim não fosse já ia avisando que devolveria o produto à fábrica. E assim nasci eu, esta rica peça que “se não existisse, tinha que ser inventada”. Porém, não fui devolvida, tive o amor e mimo dele na mesma (claro). Do jeito que ele podia e sabia dar, sem qualquer experiência.

E falando ainda em Netflix, pergunto a quem me lê: já viram “Eu, Tu e Ela”? ou “Wanderlust”? Gosto deste tipo de temas, tudo o que tem a ver com relacionamentos e a complexidade do ser humano, que às vezes é mais pro desumano, mas vamos vivendo e aprendendo.

“Bota complexo nisso”, também falo por mim, muitas vezes. Tudo podia ser mais bem simples e só complicamos.

Conheço pessoas fantásticas, "de outro mundo" algumas (é verdade), posso considerar-me sortuda nesse aspeto, mas a maioria do que aparece é como se fossem calhaus com dois olhos, lamento dizer.

Vivemos num circo de feras, analisando bem. Viver num mundo assim é para os "cara-de-pau" e há muitos. Pau ou pedra, vai tudo dar no mesmo. Há falta de sentimento verdadeiro pelo outro, e de valores, tudo girando em torno de interesses pessoais ou materiais. Há muita gente infeliz mascarada.
No começo é só "brilho e paetês", há muito entusiasmo, mas passam três meses (a média, geralmente) ou pode passar um ano, as deceções se acumularam, e a gente se pergunta “mas como posso conviver com alguém que nada tem a ver comigo, ou que em nada contribui para a minha felicidade?…” E desistimos. Antes só que mal acompanhado. Falo tanto em termos de amizades como de amores.

O Universo é perfeito e faz com que, mais dia, menos dia, nos afastemos daquilo que não interessa para a nossa VIDA/nosso MUNDO.

No meu Mundo, criado por mim, sou um milagre que a vida renova todos os dias e, como tal, sinto-me na obrigação de dar graças por cada pequena bênção que me acompanha. A esperança é o meu pão de cada dia e a fé alimenta a minha coragem, e fortalece o meu coração.

Quando buscamos riqueza intelectual e espiritual, naturalmente atraímos outros tipos de riquezas... o resto QSF! Bom fim de semana, amiguinhos!

https://www.youtube.com/watch?v=QPWUAQPdZmE