quinta-feira, 12 de março de 2020

ALOHA

«Uma das coisas mais tristes na vida é quando chegamos ao fim do caminho e, olhando para trás, sentimos arrependimento, sabendo que poderíamos ter sido, ter feito e ter tido muito mais.» (Robin Sharma)

Eu seria capaz de escrever o mesmo… 
Provavelmente todos conhecemos pessoas que ficaram depressivas ao longo do tempo que “andaram empurrando a vida com a barriga” e agora não evitam olhar para trás, sentindo arrependimento pelo tudo que não foi e podia ter sido… e é mesmo tão triste! Não estão bem em lugar nenhum ou nunca estão satisfeitas com nada. E ainda culpam a vida, os outros, por tudo o que lhes acontece. Esquecem-se do ditado “cada um colhe o que semeia”…
Não são exemplos a seguir para quem deseja ter uma vida leve, extraordinária. Todos temos desafios. Lidar com a desilusão, a frustração, o fracasso, o desgosto, e com determinados acontecimentos que não conseguimos controlar. Ansiamos pela mudança, mas deixamo-nos paralisar pelo medo. Desejamos ver para lá das tensões quotidianas, mas adiamos a determinação de nos mantermos no caminho.
Muitas pessoas sabem o que querem TER, mas não fazem ideia do que querem SER. Procuram alcançar coisas para serem felizes, em vez de serem felizes para alcançarem coisas.
A única forma de SERmos felizes e sentirmo-nos realizados a longo prazo é elevando os nossos padrões pessoais e vivendo de acordo com os nossos verdadeiros VALORES.

Li que na tradição Huna há 7 princípios básicos que regem a vida e a criação de existência. Eles são condensados em sete palavras havaianas. Não são facilmente traduzíveis, por isso é melhor usar uma frase que descreve a essência de cada palavra.
Eis os 7 princípios da Huna:
IKE – O mundo é o que você pensa que é
KALA – Não existem limites, tudo é possível
MAKIA – A energia flui para onde a atenção vai
MANAWA – Agora é o momento de poder
ALOHA – Amar é ser feliz com
MANA – Todo o poder vem de dentro
PONO – Eficácia é a medida da verdade

Pensar positivo e ter um maior controlo sobre o fluxo dos nossos pensamentos é investir em qualidade de vida. Aloha!
(que venha rápido o verão 2020 e acabe com todos os vírus e viroses)

sexta-feira, 6 de março de 2020

De mijar a rir...

Achei este texto e é o máximo! Retrata fielmente o que se passa caca gente (mulheres)...


Elas e as casas de banho! 

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.
Quando “TENS” de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa…
Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!! Inspecionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…

Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 12 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a limpaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *“nunca te sentes numa sanita pública”*, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adotar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 12 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas, para procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas: OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)…. Estás exausta! Quando paras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jatozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.

E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e "a dignidade".

Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra portas! Para os desgraçados dos homens que sempre perguntam “Querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?” …. IDIOTAS!
(Autora desconhecida)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Recomeço(s)

… falando (ou escrevendo) por experiência própria…

A pessoa certa existe sim… quem nunca na vida conheceu alguém, conversaram, houve um interesse recíproco e, em pouco tempo, a paixão se desenvolveu e tu visualizaste o resto da tua vida com aquela pessoa e um dia, feliz ou infelizmente, o fim chegou…
Quase toda a gente já viveu algo assim, e há quem ache que isso é o fim do mundo, que nunca mais vai iludir-se e apaixonar-se novamente, porém, a verdade é que independentemente do relacionamento não ter dado certo, tu viveste, gostaste, sonhaste, amaste, e (eventualmente) fizeste o possível e o impossível para que esse amor fosse real, mas ele acabou.
Tu sabes por que motivo? Não era essa a pessoa certa para ti. Esse relacionamento te ensinou, podes até ter sofrido com isso, mas aprendeste e te tornaste mais forte e suficiente, e começaste a amar-te mais ainda.
Quando enfim abres mão de algo que no fundo nunca daria certo na tua vida, a partir do momento em que quebras essas correntes e te libertas, consegues ver o plano geral da tua vida, ver o que é ESSENCIAL para ti. Nesse momento é quando estás pronto ou pronta  para recomeçar.
Deus (o Universo) está a oferecer-te algo que sempre quiseste e, aos pouquinhos, vais entendendo que quando é pra ser, de uma forma bem simples, acontece!
Quando o Universo quer, não há ninguém que possa impedir a tua felicidade. Pode parecer maluqueira, mas quando o verdadeiro amor surge, tu até podes querer correr, fugir, mas ainda assim ele vai perseguir-te, transbordar o teu coração.
Nesse momento tu vais recordar como é bom ter alguém para amar e ser amado(a), mesmo com a distância, problemas, crises, inconvenientes, não importa, essa pessoa caiu de paraquedas na tua vida e conseguiu tornar-se parte essencial dela.
Então cuida bem e aproveita todos os momentos felizes, pequenos e grandes, sonha, faz projetos, cresce e amadurece junto desse SER que Deus colocou no teu caminho, e agradece por encontrares em ALGUÉM esse sentimento chamado AMOR.
“Na VIDA tudo tem o seu tempo e nada é por acaso!”

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

A (real) Love story...

... Love stories sometimes happen with no explanation...
The Joy of Freedom towards Happiness
   Her name could be Happy. With no special reason for that, just because… she was born (like a shimmering star, and later becoming a Lone Star...). 
She loves to LIVE. With LOVE for someone in special, if existing, or just loving the WORLD around her!
   Despite some disappointments in the course of her life, she might consider herself very lucky and blessed, cannot complain, life has been GOOD to her. Of course, now she tries to protect her soft heart avoiding further sorrow...
   At present she is living in a sunny place surrounded by sea and beautiful nature, where the Universe conspired to make her Happy. There she is, Happy every day, since she gets up every morning with beautiful and warm SUN peeking out the window…
   She appreciates the fact of living on her own, surrounded by good friends and enjoying having fun, even if it's just over the weekend, in the places she knows with live music. Nevertheless, she can't lie to herself, now and then she dreams of finding “someone special “(like her) to have a companion throughout life and be doubly Happy.
   In those saddest and loneliest moments she walks through the streets talking to the moon or the stars (when night comes)... maybe one of them is that special guy she once married to and passed away very early, few years after their divorce. 
They could have been a couple “till death do us part” but it was emotionally hard and stressful to live with someone very complicated and ‘anti-everything’, she was not able to handle it. She just wanted to be Happy.       Sometimes she looks up at the starry sky and talks to him “you loved me (your way, I know) but you did not know how to make me Happy, so wherever you are now please take care of me, help me to come across someone to love and be loved, as I deserve to...” 
She is crazy like that, talking to herself sometimes, or to someone invisible...
Dec. 2019

   One evening she felt in the mood to go dancing, so she arranged a program to go with friends to one of those bars with jam session.     Suddenly she saw him...up there looking at her... Inexplicably, she commented to her friend “look at that man, hmm I like him...” (something like that)… 
   Not normal "to see someone and to like easily”, let alone unknown person, not normal to comment immediately about it either...         Well, she cannot remember exactly how that happened, just that feeling of having seen him before in some other place!?
   Though, she never took any initiative with men, nor ever needed that (it seems so). 
So she went on dancing, Happy. 
He was around, and she could never imagine that her friend suddenly would talk to him asking for his name and introducing her. OK that was nice, anyway. 
They started dancing together and talking as if they were in that need of knowing each other... 
He was also a good dancer, very polite man, with funny talk and stories... Good start! 
So maybe they could meet again, or not... So they decided ‘YES’, it would be a good idea to meet again, with no beers and other people... so they exchanged e-mail and telephone numbers...

   Three days after meeting first time they were strolling along the beach with the dogs as if they knew each other for decades, treating each other affectionately... “not common, out of real world” - she/they thought - a feeling like between Earth and Heaven...
They were being attracted to each other and getting along very well... Could that man be Mr. RIGHT for her?... (she wonders)...
   It seems he can teach her a lot with his great experience, knowledge, and also very good energy. Since the beginning he is worthy of her trust… But (always a but in life)… one day he will be away, continuing his journey around the world...she won’t cry but obviously will miss (a lot) his voice, his touch, and the moments lived together...
   Probably he's a kind of sailor-with-a-woman-in-each-port, very busy man, he won’t have time to remind her... he will need or be willing to touch other bodies, other minds… In fact, he does not need a woman. Also, he tells her he will be happy if she finds someone to love and be loved.

   She should know, in this LIFE nothing is 100% perfect: also, they don't speak the same language, they have to communicate in a third one, so many things or deep feelings can be lost in translation... anyway, they try their best and they also can talk through the silence...
   Passionate lover, Happy is confused how to deal with such special new friend. She likes to get ‘full’ (if possible, everyday) attention from her loved ONE, for example, a simple “hi” in the morning or just before going to bed is able to keep her passion at the peak…
   Anyhow, she likes to be free and is so glad to have found this free lovely man. Even she does not want to "own" anyone (she knows LOVE is FREE), inside her it’s very hard to deal with the feeling of loving someone that way, she admits it.

Love is real, real is love
Love is feeling, feeling love
Love is wanting to be loved
Love is touch, touch is love
Love is reaching, reaching love
Love is asking to be loved
Love is you
You and me
Love is knowing
We can be
Love is free, free is love
Love is living, living love
Love is needing to be loved
 
LOVE we don't seek, it's the HEART that finds it!

   Still many things, many thoughts, are brand new for her. She was married in the past and, after divorced twice, she had a few unsuccessful love stories. She is always learning about life: about (real) love, for example, with no strings or no attachment, no jealousy...

   Summing up her feelings about that guy and their special relationship: 
- Very busy and wise man, important for many people and requested by everyone, HE really does not need a woman; 
- Woman committed only to her own Happiness or with whoever likes to go along with her, SHE does not need a man... 
Then, perhaps there might be a perfect symbiosis for a REAL FRIENDSHIP. This lovely man (who she will never forget) could be THE ONE: yes, a REAL (man) FRIEND – with or without... as she never had before...
   After a 4 weeks’ story with such intense feelings, including tenderness and also some “hot” moments, she feels he is really someone very special for her, who came up in her life to provide her (or them) with such wonderful sensation. And she admires him with his great knowledge.
   With no expectations, just LIVE AND LET LIVE! After all, their motto is "CARPE DIEM"...

“You know it’s love when all you want is that person to be happy, even if you’re not part of their happiness”

Physical attractions are common, but a mental connection is rare, like a gift. 
Soul bonds are priceless.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

FELIZ 2020!

Tudo foi ótimo, graças a Deus. Foi o melhor final de ano, e início de outro, que poderia ter. Que continue assim através dos doze meses de 2020, e pela vida fora. 
Com muita PAZ, AMOR no coração, e em sintonia com a minha NATUREZA.
Nada de bacalhau, peru, bolo-rei, nem outras doçarias típicas da época, tudo foi diferente, no melhor lugar e com a melhor companhia possível. Poderia até ser sozinha a comer um pão com mortadela e manteiga, e a beber um copo de espumante, e seria a melhor ceia de fim de ano (ou natal) para mim, antes de ir deitar-me, cedo. Porém, assim de repente, o Universo brindou-me com SORTE diferente desta vez: pude degustar de bom champagne (português), peixinho do MAR e delicioso camarão tigre de Moçambique na grelha, búzios, salmão fumado, algum caviar… e com muitos PENSAMENTOS e ENERGIA POSITIVOS para mim e para o MUNDO, com muita MÚSICA, FESTA, sob o brilho da LUA e das ESTRELAS. 
E depois acordar no dia seguinte com a luz e o calor do meu SOL. Que mais podia desejar? (não me lembro de algum dezembro assim, de havaianas durante o dia)...
Sabe bem, especialmente nesta altura do ano, "fechar para balanço", depois de conseguir limpar energias nocivas para a nossa vida ou bem-estar, avaliar o ano que termina, e agradecer a Deus por tudo. Tudo mesmo, de bom e de ruim. GRATIDÃO sempre!
Pensei nas minhas metas para 2020 e por aí adiante. Rezei pedindo forças para alcançar todos os objetivos em mente, ou seja: pronta para receber tudo o que eu merecer. Acordei no 1º dia do novo ano tão feliz como se estivesse renascendo para uma VIDA nova. A felicidade para mim é uma coisa muito simples. Há pessoas que fazem coisas para serem felizes. Eu trago a felicidade para dentro das minhas coisas.
Experimentem fazer assim: colocar felicidade em tudo o que pensarem ou fizerem - fica tudo uma delícia!
Às vezes poderá faltar-me algo, seja lá o que for, mas sempre me sobra felicidade! Então, o natal, o réveillon foram ótimos! O ano vai ser ótimo! Tudo vai ser ótimo! Eu tenho bastante stock de FELICIDADE! Para mim e para distribuir por aí, venha quem quiser acompanhar-me, na mesma BOA ONDA…
FELIZ ANO NOVO!        MUITA LUZ PARA O NOSSO UNIVERSO!           CARPE DIEM!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

VIDA, ENERGIA

Ela promete ser fiel, amar-se, respeitar-se, todos os dias da sua vida. Continua a apaixonar-se pela pessoa que lutou para SER. Compreendendo os seus limites. Entendendo o seu caos. Abraçando a sua história e todos os obstáculos que vão aparecendo e têm que ser enfrentados. Segue tentando melhorar os seus defeitos e afastando-se de quem se coloca como desafeto. Hoje não permite que ninguém lhe traga a falta de RESPEITO, a falta de CARINHO e a falta de ATENÇÃO na palavra AMIZADE. Não se permite levar na bagagem palavras ou sentimentos que não somam. Não vai mais expor-se à falsidade de quem tenta aproveitar-se da sua liberdade em AMAR. Tudo isso é o que a VIDA lhe tem ensinado sempre que escolhe seguir em frente. Vai aprendendo que tudo passa, sempre que se cura, sempre que ‘sobrevive’; que as quedas, uma por uma, chegam para que volte a descobrir a força do verbo reerguer; vai percebendo que muitas coisas (e pessoas) mudam de lugar (e de certezas), para assim (re)conhecer em si o valor, a coragem e a fé do verbo recomeçar. Se ninguém mais for capaz disso, basta ela reconhecer isso em si. Vai percebendo que é assim que abre espaço para o novo, para o fôlego que a faz respirar; para o amor que deseja encontrar e que merece abraçar, para o que de bom a vida lhe dá sempre que escolhe seguir em frente. Vai percebendo que fica bem, que pode até demorar algum tempo, ou custar um mar de lágrimas, mas sempre fica bem, felizmente… que há dores que só a fortalecem, que lhe ensinam a olhar de verdade para si mesma, e aperceber que quando faz o que diz o seu (e só o seu) coração, mais à frente vai aparecer uma explicação, todos os pontos se ligam… Cada um de nós é uma alma, e complexa. Preservar com sabedoria o coração, o tempo, o corpo, é realmente AMAR-SE… Naquele lugar onde escolheu viver habitua-se a lidar com diversas nacionalidades, conhecendo e respeitando as respetivas culturas. Como se viajasse sem sair do lugar, sendo ela tão comodista. Vai encontrando pessoas super interessantes com quem vale a pena encetar uma amizade, de verdade. Vidas aventureiras, com tantas histórias para contar por esse mundo fora. E ela fica interessada, impressionada, já que pouco viaja, levando uma vida pacata. Vai fazendo de tradutora entre amigos suecos, amiga espanhola, outra brasileira, no grupo recém-formado. Ali torna-se difícil para quem não sabe falar inglês, mas todos se vão entendendo de qualquer maneira: em portunhol, ou num inglês macarrónico, por exemplo, como explicar aos nórdicos a maneira de fazer ou os ingredientes de uma ótima moqueca de peixe acompanhada de pirão, que é de mandioca (aipim), a tapioca, ou a crepioca; (aquelas invenções à moda do Brasil)... Não fica fácil, mas acaba sendo divertido. Alguém fica entendendo alguma coisa, assim parece.
E a vida é assim: bela, para quem sabe vivê-la. Há quem a desperdice; no entanto, a VIDA está cheia de motivos para sorrir. Viver sempre vale a pena, mesmo que, em alguns momentos, seja mais difícil suportar o peso dos nossos problemas, muitas vezes causados por outros. Quando houver a tentação de sentir-se só ou triste, é só olhar para o céu de uma noite estrelada. Olhar aquela autocaravana ali estacionada e pensar quão feliz deve ser aquela pessoa ao acordar em qualquer lugar do mundo. Apreciar o crescer da LUA, ou o espetáculo majestoso dos pores-do-sol. Atrever-se a dar um mergulho no mar, mesmo no inverno. Colocar uma música favorita, e dançar. Ligar para uma pessoa amiga, falar com quem se ama, beijar o seu animal de estimação. Assistir a uma série favorita…Uma variedade de coisas, de emoções. Assim é possível, todos os dias, encontrar um novo motivo para continuar. Se eventualmente não correr bem, é só esperar com calma, pois tudo logo se encaixará no caminho certo! Sempre atraindo o que é emanado para o Universo, que é imenso, e onde é possível encontrar seres que vão preencher-nos de verdade. Data: 08/12/2019

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Só "good vibes"


Lá estou eu com aquela vontade de escrever. Sobre o quê? 
Ah já comprei a minha agendinha 2020, imprescindível, e na capa diz “Good vibes only”… isso mesmo, sou dona do meu destino e só permito que entre na minha vida o que me faz bem. Só esse pensamento já me anima. Sempre em “good vibes”!
Tudo nesta vida é temporário: emoções, pensamentos, pessoas, cenários, não fiquemos tão apegados, vamos apenas deixar fluir, e então…para quê stressar? Esta coisa chamada mundo está de enlouquecer, e o stress é causador de várias doenças, incluindo a de Parkinson, entre outras maleitas.

O que escrevo neste blogue é como se fossem palavras soltas no mundo, ou eu aqui falando para o espelho, isso me faz bem. Cada pessoa deve arranjar o seu modo próprio de libertar qualquer dor emocional ou algo que incomode o seu SER. Desde que não ande por aí a drogar-se, com drogas legais (a bebida) ou ilícitas (aquelas que estupidificam)… dá dó ver o que há de gente doida por aí, com vidas destrambelhadas, e uma atividade saudável sempre faz bem, e sem incomodar ninguém…

“Aquilo que não dizemos acumula-se no corpo, transformando-se em noites sem dormir, nós na garganta, nostalgia, dúvidas, insatisfação e tristeza. O que não dizemos não morre... MATA-NOS!" (Gandhi)

Eu queria não gostar do natal, mas ele está aí, vem todos os anos e, afinal, até tem a sua magia. Não dá ignorar. As luzes, as decorações e músicas natalícias por todo o lado… tudo isso nos encanta, e esquecemos daquilo que não interessa.

Não interessa pensar ou falar na hipocrisia que grassa por todo o mundo. São Gretas, e outras tretas, a ganância a nível mundial, o consumo desenfreado para o qual somos aliciados, quem quer saber do verdadeiro espírito de natal, e depois aquela cena do banco alimentar, só para mencionar alguns exemplos… muita coisa já vai resvalando na couraça da minha indiferença (como dizia o outro)… cada vez mais alheada, isso me preocupa às vezes, mas é que fica difícil acreditar em qualquer coisa agora. Infelizmente.

A vida está correndo depressa demais, olhamos para o calendário e não percebemos o que fizemos aos dias que voaram, mas se olharmos mais de perto as nossas agendas, percebemos que estiveram cheios de acontecimentos, que se atropelaram uns aos outros – pois queremos tudo e para já – sem nos deixar um segundo para respirar. E assim andamos cansados desta correria, sem saber para onde caminhamos, ou de onde vem tanta ansiedade e o stress de algumas pessoas; isso nota-se quando alguém nos buzina no trânsito, eu costumo dizer “passa por cima” ou “passa lá, alguém tem que morrer primeiro”…
Assim caminha a mediocridade.
Beijos natalícios da calimera de plantão!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Quase Natal de novo

Domingo 1º dezembro 2019
Chegou outro mês de dezembro, e o tempo voa voa… escorre pelas mãos…

Será que aproveito bem a vida? Talvez… o que importa é sentir-me bem e em paz comigo própria. Sem mágoas nem ressentimentos. A vida é assim mesmo, o que estiver reservado para nós chegará às nossas mãos, mais cedo ou mais tarde. Assim acredito.

Foi um domingo cinzentinho, com ameaças de pingos de chuvinha, este lugar sem sol fica logo diferente, mas obriguei-me a sair, ver o mar, que me encanta e me sossega a alma. Às vezes faz falta uma companhia, mas nem sempre temos que estar com os outros. Cada qual na sua vida. E agora que chegou o tempo dos resfriados, ou das rabanadas, sonhos e afins, das famílias fazerem as árvores de natal…os solitários ficam mais à toa…
Tempo de começar a planear o novo ano, fazer projetos, de viagens, a fim de conhecer outras culturas, cuidar do corpo, fazer possíveis mudanças, ou seja: sair da mesmice. E assim não se perde tempo a pensar na "solitude". 
Somente um homem ou mulher que é capaz de estar só, será também capaz de entrar (se quiser) para um relacionamento, sem ser destruído por este, porque estar só já não será mais um medo. É uma situação muito patética, a de milhões de pessoas no mundo que estão agarradas umas às outras apenas por causa do medo que possam ter de ficarem sós. Porém, estar só é a nossa natureza. Não há nada para se temer, apenas temos que experienciar isso, para que todos os medos se desvaneçam.  
E quando nos lembrarmos do nosso passado vamos rir e pensar: "Quão estúpido/a eu estava sendo! O que é que eu estava fazendo comigo mesmo/a?"

Segundo os entendidos na matéria, no domingo - dia 1 de dezembro - a Lua entrou em Aquário, e dizem que isso vai atrair uma energia de fraternidade...deveria ser sempre assim, afinal todos nascemos e morremos um dia, todos temos sentimentos e ninguém leva nada quando partir senão as experiências que procurou viver.

Natal é nascimento...que possamos ver bem nestes dias que nos restam o caminho que temos
 andado a percorrer, como temos andado a gastar ou desgastar a nossa energia... para que possamos renascer para uma versão melhor de nós mesmos, mais elevada, alinhada com o que nos faz sentir verdadeiramente felizes, em PAZ e equilíbrio, físico, energético, mental.

Que dezembro mágico nos traga de presente a melhor magia que pode haver: ACREDITAR! (que o que vier e o que for será sempre para melhor)

Carpe diem!

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Calimerices


Tenho umas fases de calimera que até eu não me aguento. E tenho noção de que isso acontece justamente quando me dá para andar a “cuscar” as redes sociais. Por isso se diz que, se quiser ter uma vida ZEN, ignore-as...
Bloquear certas pessoas só porque me apetece, me deu raiva, ou porque me enjoaram, não faz parte dos meus planos; teria que acontecer algo muito mais grave para chegar a esse ponto… Porém, continuar a vê-las, deslumbradas, hipócritas, ou a postar coisas que não combinam com elas, não sendo a realidade, é dose! Dá vontade de ir lá deixar um alerta “hey fulano/a, se queres mostrar uma realidade que não é a tua - a tal “fake life” - então bloqueia primeiro as pessoas conhecidas” (rs) ninguém aguenta!

Chega a causar repulsa, mas não as bloqueio. Resisto, vou rindo, e continuo a assistir de camarote ao circo da vida moderna (a da FL)…
Na verdade, não é fácil ter que banir pessoas da nossa vida, com as quais já vivemos uma história (pequena ou grande), seja ela de amor ou de amizade. Trata-se de uma tarefa penosa, mas será igualmente difícil se tentarmos manter uma relação com sentimentos que não são verdadeiros ou que não nos fazem bem… Dessa forma, se em nada nos acrescenta, o melhor é deixar ir... Cada macaco no seu galho, ou cada calimero no seu galinheiro!

Mas não há que desanimar, existe um mundo cheio de lugares para visitar, pessoas para conhecer, sabores para experimentar e momentos para viver… para quê perder tempo e energia com aquilo que não interessa mais. Felizmente, o Universo é perfeito, inteligente, de repente colocando no nosso caminho novas pessoas ou outras coisas valiosas, que nos alegram.

Falando em Calimero, adoro essa figurinha, que bem podia tornar-se um ícone da sociedade portuguesa…rs… Se bem me lembro, a personagem inventada pelos irmãos Pagot era um pintainho negro, doce e inocente, nascido numa família de galinhas brancas; era a personagem mais pequena e indefesa do seu mundo, mas a quem a fragilidade não impedia de se queixar da injustiça da sua posição. Era o símbolo do ingénuo, do inconformado, do rebelde, que se pergunta e protesta porque é que o mundo tem de ser assim, pois na sua mente guarda uma imagem mais bela do que esse mundo pode ser.
Às vezes represento essa personagem, também. Todos nós, em certos períodos da vida, somos atacados pela síndrome do calimero. Uns pela vida toda, outros vão passando por algumas fases. Isso sempre existiu, talvez agora salte mais à vista. 
Não dá para ficar imune, pois vivemos em tempos cínicos, ou seja, sabemos que o mundo não funciona, mas conformamo-nos a ele na esperança de conseguir algumas migalhas… 
Normalmente o cínico despreza o calimero por este não se ter habituado a ser oportunista, tal como ele próprio. Mesmo que isso perturbe o espírito de quem está de bem com a vida, apesar da calimerice, há que aprender a conviver com quem sofre dessa síndrome, à qual às vezes chamam de depressão… saber lidar com o drama, o horror, e outros teatros que tais. “Sobe-lhes à cabeça”, camufla-se na personalidade, entranha-se, distorcendo-a, quando há uma autoestima exagerada, ou complexo de inferioridade. 
Traduz-se numa de sede de poder, de visibilidade, de brilhar mais alto do que todos os outros, de preferência à custa da desgraça alheia, e não pela existência de qualidades próprias. Ânsia de se ser mais do que realmente é, sem ter que fazer grande esforço, pois... quem não gosta de receber o mérito, a aceitação, o reconhecimento, de modo fácil?... Verter lágrimas de crocodilo também costuma funcionar, sensibiliza sempre os mais sensibilizáveis… 
Tal como as doenças normais de infância, a síndrome acaba por desvanecer-se com o tempo, não se pode é alimentar a loucura de tanta gente com frustrações e vida emocional mal resolvida. 
Além disso, convém ter em conta que os transtornos de personalidade são muito mais frequentes do que se possa imaginar e, por vezes, as alterações psiquiátricas para o leigo reduzem-se às depressões e psicoses de onde ressai a bipolaridade. 
Muita psicopatia por aí, desde aqueles que estão no poder e nos governam ou dominam, até ao simples mortal que vive ao nosso redor… Todo o cuidado é pouco!

“Analise todos os seus relacionamentos. Alguns não são conexões da alma, como à partida se pensa erradamente. Não passam de ligações que você cria para preencher vazios na alma originados pela baixa autoestima, medos e solidão. Mudanças (para melhor) requerem uma elevação do seu amor-próprio antes de encontrar o Amor.” (Oracles of Neteru Guidance Readings)

Calimera, a Rebelde

sábado, 16 de novembro de 2019

Procura-se

Estava cansada. De desilusão atrás de desilusão. Gente que parece uma coisa e depois é outra, o lado exterior que encanta (às vezes) mas o interior está destrambelhado, ou vazio. Cansada de dar pérolas a porcos. De dar murro em ponta de faca. Parece até carma, encontrar só quem faz sofrer seu coração sensível e maltratado. Até na própria família, sem afetos, só há gente estranhíssima. Mundo cada vez mais doente, ou ela sensível demais? Talvez por isso, chorava à toa, mas cada vez menos... 
Tudo tem um motivo para acontecer, há quem diga, então não pode é deixar-se abater. Felizmente, a tristeza dura pouco. A vida segue, e ela, a sentir-se MARavilhosa. Com vontade de rir, brincar, cativar… gosta de seduzir e ser seduzida… 
Pode enganar bem quem for desatento, mas gosta muito de ficar em casa, longe do ruído e da maluqueira geral. Não acha que isso seja defeito, é opção mesmo. Nem toda a gente gosta de sair amiúde para se embebedar e fingir que tem uma vida baseada em nada! Se sair uma vez por semana já fica feliz. Só para desanuviar. Não se importa também de receber visitas e poder conviver em clima mais intimista.

Mulher-felina, ela (como eles, os felinos) gosta de tirar uns bons cochilos (basta ficar parada algum tempo); precisa de ser amada; fica farta de aturar a m.… dos outros; adora uns lanchinhos; às vezes fica a fim de matar alguém; engraçadinha, tranquila, mas com vontade de brigar quando enchem o saco dela…
Detesta, ou cada vez suporta menos, alimentar falsidade, discursos negativos ou de vitimização, gente rude ou sem modos, com muito bla-bla-bla mas sem atitudes, mitómanos ou megalómanos. Ama pessoas sinceras, autênticas, tal como ela. Cada vez mais desconfiada de quem dela se aproxima. Raramente as pessoas são o que parecem à primeira vista. Com o tempo vai descobrindo quem merece ficar. E ficam poucos, mas bons. 
A dor que a magoa é a mesma que a ensina. Cada vez mais desapegada, sozinha (apesar dos pretendentes, é verdade...) - há momentos em que gostaria de encontrar alguém especial! Já dizia o poeta “é impossível ser feliz sozinho”...e teve a ideia de colocar um anúncio para encontrar “o tal”: aquele que vai gostar dela, verdadeiramente, fazendo tudo para dar certo. Acredita no conceito de que a alegria compartilhada proporciona uma felicidade maior, que a construção e a realização das coisas boas só acontecem em comunhão.

E o anúncio era assim:
"Sou uma mulher de bem com a vida, independente, muito caseira, bem resolvida emocionalmente. Após algumas tentativas frustradas de relação amorosa, PROCURO um companheiro de verdade, igualmente uma pessoa livre e bem resolvida, que saiba amar, respeitar, com sensibilidade para entender-me, seja gentil, com sentido de humor, além de culto e inteligente, bom caráter, educado, sexy, boa companhia, e que saiba o que quer da vida. Ah e que esta seja bem vivida, com alguma qualidade, de preferência."

Ninguém respondeu… Entretanto, ela acordou para a realidade. Tudo não passava de um sonho. Claro, queria demais para o mundo em que vivia. 

“ELA” é imperfeita, mas é de verdade…