quinta-feira, 25 de junho de 2020

A Coisa

Foi muito triste a notícia de sábado passado sobre a morte - por suicídio - de um ator conhecido, famoso e querido por todos, aparentemente com uma vida fantástica e sem algum problema em especial. Deixa cinco filhos! Eu costumo dizer que este mundo não é para pessoas sensíveis, infelizmente. E não é à toa que há quem se dedique mais aos bichos do que aos humanos. Chegar a esse ponto também não é para qualquer um. Eu ainda coloco o humano em 1º lugar…

Gostei do seguinte texto, que quero deixar aqui registado. Que essa “coisa” nunca seja mais forte do que a nossa fé e otimismo perante a VIDA, pois “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”… pois tudo se acabará um dia, naturalmente


DESPEDIDA

Estamos num tempo insensato, estranho, inquieto, incisivo.

O Pedro abriu dentro de mim uma porta muito grande, ao entregar a vida ao mar. Ele disse, a fazer, o que os textos não podem, o que todas as palavras juntas não sabem.

Se o tempo não fosse estranho não escreveria nada, se não estivesse tão insensata como inquieta, deixaria só sair a água dos olhos, essa memória mar inscrita na matriz biológica.

Agora todos temos a possibilidade de dizer e ser no espaço virtual, opinião e exposição. Não é o meu território normal. Mas arrisco a ir para fora de pé, outro mar, tempo insensato e serei estranha até a mim mesma, nesse lugar sem conforto e sem resguardo.
Devo-o ao Pedro, ao silêncio que se dilata e dilata.

Queria muito agora, ser oceano colo, embalo maior, sal que cura e dizer e ser ouvida, meu querido, meu querido, meu querido Pedro, a quem nunca disse que gostava. E gostava, e gosto e gostarei sempre, porque habitamos o tempo que é nosso e até ao nosso fim, com os que escolhemos amar.

E quero dizer este eco que gritou/grita dentro, sábado e estes dias, quando um grande conjunto de pessoas, insistentemente, perguntou e pergunta: porquê, Pedro, porquê?

E apetece-me gritar-lhes,
Não perguntem porquê.
Esta COISA não tem porquês! Existe, invade, come, come-nos!
Esta COISA não se explica, não se percebe, não tem racionalidade, não se controla.
Cresce no escuro, não se vê, esconde-se e agiganta-se. Começa devagar, por momentos, às vezes, parece que desaparece, mas subtilmente vai tomando conta de tudo, e ausente de luz não nos permite vislumbrar até onde vai, sequer que existe. Esta COISA dói, asfixia, apetece matar o peito.

Não perguntem porquê.
Isto não tem porquês, não se explica.
Há alturas em que se vê começar, e só começa por doer, e dói tanto que não se consegue, até que a dor fica insuportável e para se continuar a respirar, tem tudo de ficar vazio, tudo vazio, e depois nada importa, nem a dor, nem o mar mete medo ao vazio.

O que tens? Nada. Estou triste.
E ELES explicam pedagogicamente que não faz sentido sentir assim, estar assim, que se tem tudo; saúde, trabalho, amigos, inteligência, que a vida é uma bênção, que vai passar, que tudo passa (até a vida), que é uma estupidez ser assim, sentir assim. E zangam-se, dão lições de moral, elencam elogios, qualidades da vida, as qualidades que temos, como se houvesse espaço para acreditar, porque dentro a COISA ri-se desbragadamente ajudando a perceber que estão a mentir-nos.
E depois, para não se ouvir mais mentiras, finge-se que sim, que se acredita, que está tudo bem, sorri-se, disfarça-se, finge-se que não se vê, que não se vê, que somos fortes, sempre fortes, que não tem assunto, não queremos falar mais e, sim, que somos estúpidos mas, INACESSIVELMENTE, disfarçadamente. A COISA tem sempre razão. Nós não valemos nada, mesmo que os outros achem que temos tudo, porque a COISA cá dentro é a única medida de tudo, porque ela sabe, existe e ocupa.

Não perguntem porquê.
Isto não tem porquês, não se explica.
E vai-se fechando tudo à volta e a COISA vai dominando tudo, escurecendo tudo, apagando por dentro o corpo, às vezes até o come, seca, envelhece precocemente, e vai crescendo proporcionalmente ao que mata em autoestima. Come até a dor, ao ponto de nos podermos queimar, fazer feridas e não se saber que nos queimámos ou temos feridas porque deixou de doer, porque não vimos, nem sentimos. E isto não é metafórico, é real.

Um dia, uma amiga percebeu que eu tinha uma COISA e disse-me "tens de te tratar". E eu fui ao médico, e, se calhar, por isso, estou viva, porque eu não sabia que tinha uma COISA dentro.
E fiquei a saber que a COISA nunca larga, está sempre, sempre. Depois a gente julga que ela desapareceu, mas no auge de qualquer paisagem, percebemos que ela esteve inteligentemente a olhar para o lado e que nunca de lá saiu, mais forte e mais madura que nunca, cheia de esquemas e disfarces e argumentário.

Não perguntem porquê.
Isto não tem porquês, não se explica.
E nós, para além dela, da dor, amamos muito, tudo, ama-se tudo o que é fora, que é fora de nós, porque nós somos a COISA, que queremos matar, que não se explica, que cresce no escuro.
PEDRO QUERIDO, OBRIGADA por nos teres quase obrigado a falar disto, compelidos por esta dor sem nome da tua perda, mas de certeza a olharmos mais atentamente e melhor uns pelos outros, a olhar para e por nós, com todo o cuidado, amor, delicadeza e sem fingimento.
E, um dia ao amanhecer, encontraremos outro mar, aí nesse lugar onde nos encontraremos todos… para recomeçar…

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Simples frases

Frases inspiracionais, que nos fazem pensar e seguir em frente neste mundo louco, mascarado.

Aprendeu tanto com os seus erros que, quando tropeçava, em vez de cair, voava!

A pessoa que anda pela rua sorrindo, que dá bom dia para estranhos e vai agradecendo pelas pequenas conquistas de cada dia, entendeu tudo!

Acredita na tua magia interior, na tua força interior, na tua capacidade e singularidade. Tu és bem mais do que aquilo que imaginas. 

Confia! Confia em ti. Confia no que o Universo tem reservado para ti.

Usa o (teu) poder de ser verdadeiramente único(a), de seres tu próprio(a)! E dessa forma atrairás as pessoas certas e aquilo que mereces. Acredita, quando tu és e aceitas quem tu és, o mundo é completamente MÁGICO! 
🦄
CONFIA NO TEU UNICÓRNIO INTERIOR. Confia na tua MAGIA!

Disse o sábio: defende-te com um sorriso, ataca com o silêncio e vence com a indiferença…

Esperar NADA e agradecer por TUDO...

"As pessoas deveriam ver o pôr-do-Sol pelo menos uma vez por dia."
O Pequeno Príncipe


(observando em redor...)


sexta-feira, 22 de maio de 2020

Muito Medo...

Li esta e adorei, queria eu ter assim uma imaginação, e que está de acordo com a atual realidade:
TENHAM MEDO! TENHAM MUITO MEDO! MAS NÃO É DO VÍRUS!

A nossa sociedade encontra-se hoje dividida entre dois grupos: Os PRÓ-COVID´S e os  ANTICOVID’S

Os PRÓ-COVID’S: são aqueles que veneram e aplaudem as medidas de confinamento, encerramento de estabelecimentos, universidades, escolas e fronteiras, cercas sanitárias, proibição de viajar, regras para ir à praia, etc., etc.… neste grupo já foram identificadas as seguintes estirpes:

a) Os “PÂNICO-COVID”, aqueles que têm muito medo de apanhar a doença, ou que os outros membros do seu agregado familiar a apanhem, porque creem piamente que, independentemente do seu estado de saúde, ou idade, se forem contagiados vão morrer, eles e toda a sua família. Esta estirpe é transversal a toda a sociedade, independente de credos, classe social, profissão ou idade. Representam a maioria dos ANTICOVID’s e tipicamente passam o dia deprimidos a ver as conferências de imprensa da Graça Freitas e os noticiários da SIC e da TVI. O slogan desta estirpe é “Por favor, não quero ir para um lar!”.

b) Os “OBRIGADO-COVID”, aqueles que puderam e podem continuar em casa a receber a totalidade do seu salário, como se estivessem de férias. Os membros desta estirpe são todos funcionários públicos, e são muitos. O lema destes indivíduos é: “COVID para sempre!”

c) Os “VIVÓ-DESCANSO-COVID” são pessoas que trabalham no setor privado e que podem ir trabalhar, mas que preferem ficar em casa a descansar porque o descanso é sempre preferível ao trabalho. São algumas das pessoas que estão abrangidas pelo Lay-Off, ou  têm filhos com menos de 12 anos. Têm direito a continuar a receber 2/3 do seu salário. Alguns destes aproveitam para fazer uns trabalhinhos por fora (umas horas por semana), para a sua própria entidade patronal (às escondidas da segurança social), ou para outros, completando o 1/3 que falta do seu rendimento. O mote desta estirpe é: “pela redução do horário de trabalho para 10 horas por semana e aumento dos dias de férias para 120 por ano!”.

d) Os “REFORMADOS-COVID”. Os membros desta estirpe são facilmente identificáveis pelo nome (apesar de uma parte dos reformados ser ANTI-COVID). Já ficavam em casa antes e, sendo classificados nas notícias como “pessoas de risco”, querem que fiquemos todos de quarentena, não vá o diabo tecê-las. Esta população está convencida que mesmo que toda a população do país nunca mais saia de casa, continuarão a receber as suas pensões de reforma e poder ir fazer compras ao supermercado. O slogan deles é: “Fiquem em casa, pela minha saúde!”.

e) Os ALUNOS-COVID:  são cerca de um milhão que acham que ir à escola é uma seca, e que podendo (e agora podem graças ao COVID), é muito mais fixe ficar em casa, de preferência a jogar alguma coisa online com os amigos, ou a partilhar cenas e selfies no Instagram, do que ter de ir às aulas e estudar para os exames. Também acham que não devem prescindir de ir à praia e conviver com os amigos em esplanadas, jardins, etc… sendo por isso, às vezes, confundidos com indivíduos do grupo ANTI-COVID. O lema destes jovens é “Escola – Nunca mais!”

OS ANTICOVID’S: são aqueles que acham o contrário, ou seja, que a doença não é especialmente perigosa para a saúde das pessoas, com exceção dos grupos de risco, e que as medidas de confinamento e limitação das nossas liberdades individuais impostas pelo Governo foram, e são, um erro terrível. Estes espécimes dividem-se nas seguintes estirpes:

a) Os COOL-COVID são a espécie que acredita que as profecias da catástrofe humanitária difundidas pelos media, primeiro pela OMS, e depois pela DGS, PS, ETCS, têm os seus próprios interesses e nenhum deles é salvar as populações. Quase não veem a SIC e a TVI, e quando veem, confirmam as suas suspeitas. Não têm medo de ser infetados, mas respeitam as regras sanitárias que entendem apropriadas, e que são as mesmas de sempre – quando estão doentes, evitam a todo o custo o contágio a outras pessoas sobretudo às mais vulneráveis. Tendem a respeitar também as regras de confinamento e distanciamento social (a que chamam distanciamento físico) que acham inapropriadas e lhes são impostas pelo Governo, mas só o fazem para não ter de prestar contas à Polícia. O lema desta estirpe é “FAKECOVID

b) Os EMPRESÁRIOS-COVID são indivíduos que têm um negócio, geralmente um pequeno negócio, e que está a ser destruído pelas medidas de confinamento. Seja porque permanece fechado por imposição do Governo, ou porque a sua reabertura é economicamente inviável atendendo às restrições impostas pela DGS. Têm de continuar a pagar os custos fixos e 25% dos salários dos seus colaboradores que continuam em casa sem trabalhar (muitos deles do grupo PRÓCOVID). O que estes indivíduos dizem repetidamente sobre o que se está a passar é: “Isto está tudo lixado!” Há alguns que usam também uma palavra começada por “F”.

c) Os ARRÁSCA-COVID são geralmente trabalhadores independentes que não recebem apoios da segurança social e perderam uma boa parte dos seus clientes e rendimentos. Podem ser vistos nas filas das ajudas alimentares contra a fome. Enquanto estão nas filas tentam vender os seus serviços aos outros utentes, mas sem sucesso, porque ninguém da fila tem guito para pagar. Usam máscaras em segunda mão apanhadas no passeio, pois não têm dinheiro para comprar novas. O lema destes desgraçados é parecido com o dos empresários, mas na primeira pessoa: “Estou lixado!”

d) Os OPERÁRIOS-COVID: esta estirpe representa um grande número dos ANTI-COVID. São transversais a todos os setores da sociedade, e faixas etárias, e caracterizam-se por acreditarem que são pragmáticos e minimamente conhecedores do funcionamento da economia. Têm a ideia de que se não trabalharem, estudarem ou o que quer que seja, mais tarde ou mais cedo, as coisas irão correr muito mal, muito pior do que qualquer efeito da doença. O seu lema é “Deixem-me trabalhar!” um antigo Primeiro-ministro quer acusá-los de plágio.

e) Os SAI-DAQUI-COVID são aqueles que já não aturam as mulheres, ou os maridos, que, por uma razão ou por outra, continuam em casa sem ir trabalhar. Esta é a estirpe que mais vai sofrer com o desemprego (que se prevê venha a ser uma realidade abrangente no futuro). Diz-se que terão uma mutação, em breve, passando a chamar-se “SOCORRO-COVID”. O lema desta estirpe é: “Vai trabalhar malandro(a)!”

Há depois uma nova estirpe cujo genoma ainda não está totalmente descoberto, mas cujos gráficos epidemiológicos mostram um fator de multiplicação impressionante. São os ABUTRES-COVID, caracterizam-se por se aproveitar do pânico dos outros, conseguindo fazer negócios com o Governo em larga escala. Por exemplo, existe um espécime que conseguiu a proeza de vender 3 milhões de máscaras ao Governo, pela quantia de 8 milhões de Euros. Quase 3 euros a máscara, quando na farmácia custam 60 cêntimos. Acho que ninguém reparou no absurdo do preço… Mas a melhor parte da história é que a certificação das máscaras afinal era falsa…
Estes são os vírus de que devemos ter mais MEDO!
 

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Presságios...


A. Criar uma pandemia de morte baseada no medo.
B. Insistir na distância social.
C. Forçar o uso de máscaras para obscurecer o rosto humano e dar a impressão de não-humanidade.
D. Instituir leis marciais, como toques de recolher e quarentenas, para afirmar o controlo sobre a população e buscar a conformidade de todos.
E. Deter (Separar / Prender) as famílias impedindo-as de abordar os filhos, pessoas idosas, deficientes ou doentes (como os nazistas fizeram na Alemanha).
F. Continuar a promover o medo sobre as massas, usando o controlo de alimentos, água, dinheiro, vírus "perigosos", falta de empregos, quarentenas forçadas e propaganda, a fim de continuar a haver razões para se ter muito medo e ficar em casa. Assim, todos estarão preparados para aceitar um Salvador que vai resolver todos os problemas.
G. Disseminar a ideia de que uma vacina salvará a humanidade do vírus, embora, na realidade, cause mais doenças, pois sabemos lá o que nos querem injetar (a mesma contém metais pesados e nanotecnologia transumana).
H. Impor o certificado de vacinação, que comprova que as pessoas foram vacinadas e submetidas ao processo de transumanismo e submissão geral ao fascismo e totalitarismo.
I. Implantar um chip em forma de tatuagem nas pessoas, para que estas possam ser rastreadas em qualquer lugar do planeta. Esse chip permitirá que as pessoas se transformem em escravos, que só receberão benefícios através da nova criptomoeda, que os conectará à "rede" (sistema de internet, sky-net, nuvem…)
J. Implantar uma grade de conexão entre indivíduos transumanos, Inteligência Artificial e novos escravos robóticos.
K. Aqueles que se tornarem autistas e os que receberem vacinas serão automaticamente transumanados, contra a sua vontade. Eles tornar-se-ão super soldados perfeitos e controlados.
L. Aquele que sobreviver a todo este processo será maçador, complacente, não resistente às ordens, narcisista e psicopata, e se sobreviver poderá ser controlado por cirurgias transumanas, a fim de ter os seus olhos substituídos por esferas metálicas, ou ficar com a maioria do seu cérebro substituída por máquinas computadorizadas.

… Enfim, usar máscaras é apenas o primeiro passo para nos condicionarem a aceitar esse plano sinistro e cheio de horror. O pior é que alguns humanos escolherão seguir esse caminho. São os que querem tornar-se super-heróis, em vez de carne e osso. Leram muitos livros aos quadradinhos… Muitos deles desejam mesmo transformar-se em computadores.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

COVIDência


Que tristeza. De tão fake, o mundo agora tem que andar mascarado, inacreditável! Tão triste não poder ver mais o sorriso das pessoas, e observar apenas o olhar desconfiado ou amedrontado de algumas delas.. outras lá cumprem a obrigação e o sacrifício de tapar a boca e o nariz, para o bem dos outros (dizem)… Deprimente é também ver pessoas sozinhas a conduzirem o carro de máscara (?!), ou isoladas num escritório em que não contactam com quase mais ninguém, mas estão ali a trabalhar de máscara! Imagino que possam ser tão grupo de risco que até têm medo delas próprias... será que também andam mascaradas em casa?

Comprar máscara quando esquecemos da nossa em casa, e queremos entrar no supermercado?... a 13 euros?! (pode lavar-se 5 vezes!)... absurdo! não deveria ser o governo a distribuí-las gratuitamente, afinal? mais um bom dinheiro a entrar para os bolsos de alguém... claro!

Às vezes fica difícil manter o otimismo em relação a este mundo, exceto quando sabemos que os animais, a natureza, estão a agradecer. Agora são eles – os felizes animais – que curtem e fazem turismo nos espaços deixados vazios pelo anormal do ser humanoide, ou debiloide.
Prefiro nem pensar seriamente sobre o que está a acontecer, continuo a aLIeNAr-me. Está grave. Mas não é da pandemia que tenho receio, é mesmo da loucura geral iminente. E como lamento a situação das pessoas idosas, o meu coração fica partido ao ver imagens de idosos solitários sem a visita ou o abraço de um familiar… tinha que chegar a esse ponto? Para lá todos caminhamos…
Para muitos, preferível seria morrer logo de uma vez, atirem já uma bomba para acabar com isto. Melhor do que andar a morrer aos poucos. A mim, super leiga no assunto, mas com alguma intuição, ‘algo’ me diz que há um “propósito” - muito grave e sério - por trás disto tudo… pessoas de bocas tapadas, de olhares desconfiados umas para as outras…  que horror… era isto que “eles” queriam? (seja lá quem for – estamos entregues aos bichos!)

O verão está quase aí, por enquanto praias praticamente desertas devido à proibição imposta – exceto quando visitada por alguns (escassos) ansiosos, e que não entendem nada, como eu… Iremos ter praias protegidas com arame farpado eletrificado, portões de acesso, senhas de racionamento para usar a areia (com a devida distancia legal) e ir ao banho de mar, e quanto tempo nos darão?... obrigatório o uso de máscara?...
HORROR! Quem quer continuar a viver neste mundo?
Por outro lado, em tempo de desconfinamento, até sentirei saudade das ruas desertas, quando começar a haver tráfico intenso, outra vez supermercados lotados (?), etc. O futuro está uma incógnita. Nunca mais nada será igual.
A quarentena continua, até 1 de junho de 2020? (para alguns até deu ou dá jeito… talvez agora nunca mais acabe…). Este isolamento deveria ser feito uma vez por ano, por que não? A natureza precisa de ser regenerada.

Se pensarmos bem no assunto, dá medo. A opressão, a prepotência e a arbitrariedade estão a tomar conta das nossas vidas. Pouco a pouco, as pessoas estão a sair à rua, porque esta é a época de se estar fora de casa, em plena primavera, com SOL para aquecer-nos, todos já fartos do inverno caseiro a que estes últimos acontecimentos mundiais e decisões políticas, bem como as usuais aprilinas chuvas e aguaceiros, nos forçaram a aceitar. Foi um abril fechado, sisudo, entristecido, deprimido, antónimo de "liberdade". O primeiro de maio, o dia do trabalhador agrilhoado, por falta de espaço e de pão. Pelo medo incutido pelos media e pela virose. Nas ruas, especialmente em fins-de-semana prolongados (pelos quais tanto ansiávamos ‘no passado’), os da GNR não tinham mãos a medir. Percorrendo a cidade meio deserta nos seus potentes jipes e de semblantes carrancudos, como compete a "eficientes" agentes de autoridade, interditando implacavelmente a circulação por algumas vias. O lema é "circular, circular", não se pode parar em nenhum lugar, fica estranho. Estas práticas fazem lembrar o chamado tempo da "velha senhora", do qual alguns devem estar bem saudosos - e pode ser mesmo que a “Nova Ordem” instituída lhes faça a vontade. Pandemia – um plano global para terem o controlo das nossas vidas, da nossa liberdade de escolha e de pensamento, da nossa saúde…
Continuando leiga, mas intuitiva, parece que os governos e a OMS são os únicos que afirmam que este vírus é perigoso. A grande maioria dos especialistas - muitos deles docentes em algumas das melhores universidades do mundo – afirma que o vírus não é grave e que as medidas tomadas são incompreensíveis. Agora interrogue-se: por que razões haveriam eles de querer assustar as pessoas e convencê-las de que o vírus é letal e perigoso quando todos os dados e estudos disponíveis mostram que o covid, no máximo, é tão grave como a gripe sazonal? Todos os anos a gripe mata entre 3500-4000 pessoas em Portugal, no espaço de 2 ou 3 semanas…
Cada um que use o cérebro em vez de seguir a carneirada… com todo o meu respeito pelas pessoas que são realmente de risco, e debilitadas em algum aspeto da sua saúde, que talvez morrerão mais depressa com o pânico instaurado (é o que se quer), e depois foi tudo do covid…
Em tempos de falência, de carência e de outros nomes acabados em "ência", como “demência”, "falta de paciência", "incongruência", "insolência"… "isolamento" e "despotismo"… há que ter jogo de cintura, cerrar os punhos, engolir em seco, chover no molhado e avançar alegremente… Para onde não se sabe ainda. Mas alguns conseguem ter uma ideia…

Pessoas com objetivos, determinação e visão não têm tempo para drama. Antes preferem investir a sua energia em criatividade e estão focadas em levar uma vida positiva… felizmente ainda existem algumas…Carpe diem!
https://www.youtube.com/watch?v=vaXCSYva2FM

quinta-feira, 23 de abril de 2020

RESET

Desde março 2020
20+20 = 40 (quarentena)
mas vão ser precisos muitos 40 dias, pelos vistos... quem dera fossem apenas quarenta dias!
Ainda não tinha vindo aqui falar do vírus, o inimigo invisível que tem matado tanta gente pelo mundo e vai continuar a fazê-lo, sem se saber ainda exatamente como combater essa ameaça, além do uso de máscaras e luvas, e o “fique em casa”, isso para quem pode ou é autorizado - claro, há sempre os “desgraçados” que dão o corpo ao manifesto, para os ‘grandes senhores’ (ou que se julgam) continuarem na sua “quarentena”… Para mim está a ser algo que nem consigo descrever, nem sei o que pensar. Será o início do tal “reset” na humanidade, ou desumanidade, do qual já falei anteriormente?

Tinha que acontecer algo, mais dia menos dia. E tem sido algo invisível a dar uma mensagem à humanidade. Ninguém é autossuficiente: a arrogância não tem espaço nesse contexto! A saúde de uma pessoa não depende só dela: A CONSCIÊNCIA DO OUTRO É FUNDAMENTAL.
Estive 13 dias de quarentena, mais uns poucos “à revelia”, julgando-me também no direito de poder proteger-me e proteger quem me rodeia. Mas não é bem assim, tudo não passa de clichés atrativos nas redes sociais, pois a realidade é bem diferente! Assim continua a mediocridade num “mundo à beira de um ataque de nervos” (aconselho a ler este bom livro, de Matt Haig), um manual para viver no momento presente. 
Felizmente, e se estivermos atentos, o mundo ou o Universo sempre nos apresenta formas de compensar.

Nos meus momentos introspetivos, dou comigo a pensar que gostaria de salvar o mundo dos outros, tolice minha!
Fico a olhar para o meu guarda-roupa e aí encontro muita coisa gasta, a maioria do vestuário já não me serve, é tempo de renovação… encontrei a velha mochila que usava para carregar o peso do mundo dos outros, como ainda continuo a querer carregar, sempre a tentar ver toda a gente bem (como eu)…  As luvas, os sapatos, já não me servem, nem parecem ter sido meus. Emagreci bastante, mas sinto-me bem assim.
Relógios com ponteiros parados. Tenho andado esquecida de mudar o meu mundo. Parece que muita gente continuou e eu fiquei parada. Decido mudar as minhas roupas, fazer uma limpeza e deitar fora tudo o que não me serve mais. Em todos os contextos da minha vida. 
Para quem se identificar nesta situação, como eu, há um conselho para nós, enquanto ainda é tempo: não nos esqueçamos da nossa vida. Não deixemos de ser felizes pelos outros. Isso não é ser egoísta. Sejamos felizes, livremo-nos do que já não nos serve, ou nos faz mal. Vamos permitir-nos sentir novos amores, deixar uma nova vida entrar, dar novos sorrisos, chorar, gritar, pular, fazer tudo novo e de novo. 
Hoje é dia de mudar o mundo, mudar o nosso mundo!
Existe um grande paradoxo nas sociedades de consumo modernas. Quando o grosso da sociedade nos empurra num determinado rumo, se essa direção nos deixar infelizes, então tem de existir a possibilidade de aprendermos a mudar de rumo. Mudar de direção para irmos ao encontro de nós próprios, ao encontro de uma verdade que pode estar escondida pelas distrações. As nossas vidas até podem depender desta mudança de rumo.
Parece ter chegado essa mudança, para todos e para cada um de nós. Vamos trabalhar de forma a ajudar a tornar o mundo um pouco melhor. O mundo molda o que somos. Tornar o mundo um lugar melhor também fará de nós melhores pessoas.
Carpe Diem!
https://www.youtube.com/watch?v=vFBnrUUiGFM

quinta-feira, 12 de março de 2020

ALOHA

«Uma das coisas mais tristes na vida é quando chegamos ao fim do caminho e, olhando para trás, sentimos arrependimento, sabendo que poderíamos ter sido, ter feito e ter tido muito mais.» (Robin Sharma)

Eu seria capaz de escrever o mesmo… 
Provavelmente todos conhecemos pessoas que ficaram depressivas ao longo do tempo que “andaram empurrando a vida com a barriga” e agora não evitam olhar para trás, sentindo arrependimento pelo tudo que não foi e podia ter sido… e é mesmo tão triste! Não estão bem em lugar nenhum ou nunca estão satisfeitas com nada. E ainda culpam a vida, os outros, por tudo o que lhes acontece. Esquecem-se do ditado “cada um colhe o que semeia”…
Não são exemplos a seguir para quem deseja ter uma vida leve, extraordinária. Todos temos desafios. Lidar com a desilusão, a frustração, o fracasso, o desgosto, e com determinados acontecimentos que não conseguimos controlar. Ansiamos pela mudança, mas deixamo-nos paralisar pelo medo. Desejamos ver para lá das tensões quotidianas, mas adiamos a determinação de nos mantermos no caminho.
Muitas pessoas sabem o que querem TER, mas não fazem ideia do que querem SER. Procuram alcançar coisas para serem felizes, em vez de serem felizes para alcançarem coisas.
A única forma de SERmos felizes e sentirmo-nos realizados a longo prazo é elevando os nossos padrões pessoais e vivendo de acordo com os nossos verdadeiros VALORES.

Li que na tradição Huna há 7 princípios básicos que regem a vida e a criação de existência. Eles são condensados em sete palavras havaianas. Não são facilmente traduzíveis, por isso é melhor usar uma frase que descreve a essência de cada palavra.
Eis os 7 princípios da Huna:
IKE – O mundo é o que você pensa que é
KALA – Não existem limites, tudo é possível
MAKIA – A energia flui para onde a atenção vai
MANAWA – Agora é o momento de poder
ALOHA – Amar é ser feliz com
MANA – Todo o poder vem de dentro
PONO – Eficácia é a medida da verdade

Pensar positivo e ter um maior controlo sobre o fluxo dos nossos pensamentos é investir em qualidade de vida. Aloha!
(que venha rápido o verão 2020 e acabe com todos os vírus e viroses)

sexta-feira, 6 de março de 2020

De mijar a rir...

Achei este texto e é o máximo! Retrata fielmente o que se passa caca gente (mulheres)...


Elas e as casas de banho! 

O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.
Quando “TENS” de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair.
Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa…
Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho!! Inspecionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…

Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 12 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a limpaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *“nunca te sentes numa sanita pública”*, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adotar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 12 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas, para procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas: OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??)…. Estás exausta! Quando paras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jatozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” - pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” - limitas-te a dizer.

E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e "a dignidade".

Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra portas! Para os desgraçados dos homens que sempre perguntam “Querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?” …. IDIOTAS!
(Autora desconhecida)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Recomeço(s)

… falando (ou escrevendo) por experiência própria…

A pessoa certa existe sim… quem nunca na vida conheceu alguém, conversaram, houve um interesse recíproco e, em pouco tempo, a paixão se desenvolveu e tu visualizaste o resto da tua vida com aquela pessoa e um dia, feliz ou infelizmente, o fim chegou…
Quase toda a gente já viveu algo assim, e há quem ache que isso é o fim do mundo, que nunca mais vai iludir-se e apaixonar-se novamente, porém, a verdade é que independentemente do relacionamento não ter dado certo, tu viveste, gostaste, sonhaste, amaste, e (eventualmente) fizeste o possível e o impossível para que esse amor fosse real, mas ele acabou.
Tu sabes por que motivo? Não era essa a pessoa certa para ti. Esse relacionamento te ensinou, podes até ter sofrido com isso, mas aprendeste e te tornaste mais forte e suficiente, e começaste a amar-te mais ainda.
Quando enfim abres mão de algo que no fundo nunca daria certo na tua vida, a partir do momento em que quebras essas correntes e te libertas, consegues ver o plano geral da tua vida, ver o que é ESSENCIAL para ti. Nesse momento é quando estás pronto ou pronta  para recomeçar.
Deus (o Universo) está a oferecer-te algo que sempre quiseste e, aos pouquinhos, vais entendendo que quando é pra ser, de uma forma bem simples, acontece!
Quando o Universo quer, não há ninguém que possa impedir a tua felicidade. Pode parecer maluqueira, mas quando o verdadeiro amor surge, tu até podes querer correr, fugir, mas ainda assim ele vai perseguir-te, transbordar o teu coração.
Nesse momento tu vais recordar como é bom ter alguém para amar e ser amado(a), mesmo com a distância, problemas, crises, inconvenientes, não importa, essa pessoa caiu de paraquedas na tua vida e conseguiu tornar-se parte essencial dela.
Então cuida bem e aproveita todos os momentos felizes, pequenos e grandes, sonha, faz projetos, cresce e amadurece junto desse SER que Deus colocou no teu caminho, e agradece por encontrares em ALGUÉM esse sentimento chamado AMOR.
“Na VIDA tudo tem o seu tempo e nada é por acaso!”

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

A (real) Love story...

... Love stories sometimes happen with no explanation...
The Joy of Freedom towards Happiness
   Her name could be Happy. With no special reason for that, just because… she was born (like a shimmering star, and later becoming a Lone Star...). 
She loves to LIVE. With LOVE for someone in special, if existing, or just loving the WORLD around her!
   Despite some disappointments in the course of her life, she might consider herself very lucky and blessed, cannot complain, life has been GOOD to her. Of course, now she tries to protect her soft heart avoiding further sorrow...
   At present she is living in a sunny place surrounded by sea and beautiful nature, where the Universe conspired to make her Happy. There she is, Happy every day, since she gets up every morning with beautiful and warm SUN peeking out the window…
   She appreciates the fact of living on her own, surrounded by good friends and enjoying having fun, even if it's just over the weekend, in the places she knows with live music. Nevertheless, she can't lie to herself, now and then she dreams of finding “someone special (like her) to have a companion throughout life and be doubly Happy.
   In those saddest and loneliest moments she walks through the streets talking to the moon or the stars (when night comes)... maybe one of them is that special guy she once married to and passed away very early, few years after their divorce. 
They could have been a couple “till death do us part” but it was emotionally hard and stressful to live with someone very complicated and ‘anti-everything’, she was not able to handle it. She just wanted to be Happy.       Sometimes she looks up at the starry sky and talks to him “you loved me (your way, I know) but you did not know how to make me Happy, so wherever you are now please take care of me, help me to come across someone to love and be loved, as I deserve to...” 
She is crazy like that, talking to herself sometimes, or to someone invisible...
Dec. 2019

   One evening she felt in the mood to go dancing, so she arranged a program to go with friends to one of those bars with jam session.     Suddenly she saw him...up there looking at her... Inexplicably, she commented to her friend “look at that man, hmm I like him...” (something like that)… 
   Not normal "to see someone and to like easily”, let alone unknown person, not normal to comment immediately about it either...         Well, she cannot remember exactly how that happened, just that feeling of having seen him before in some other place!?
   Though, she never took any initiative with men, nor ever needed that (it seems so). 
So she went on dancing, Happy. 
He was around, and she could never imagine that her friend suddenly would talk to him asking for his name and introducing her. OK that was nice, anyway. 
They started dancing together and talking as if they were in that need of knowing each other... 
He was also a good dancer, very polite man, with funny talk and stories... Good start! 
So maybe they could meet again, or not... So they decided ‘YES’, it would be a good idea to meet again, with no beers and other people... so they exchanged e-mail and telephone numbers...

   Three days after meeting first time they were strolling along the beach with the dogs as if they knew each other for decades, treating each other affectionately... “not common, out of real world” - she/they thought - a feeling like between Earth and Heaven...
They were being attracted to each other and getting along very well... Could that man be Mr. RIGHT for her?... (she wonders)...
   It seems he can teach her a lot with his great experience, knowledge, and also very good energy. Since the beginning he is worthy of her trust… But (always a but in life)… one day he will be away, continuing his journey around the world...she won’t cry but obviously will miss (a lot) his voice, his touch, and the moments lived together...
   Probably he's a kind of sailor-with-a-woman-in-each-port, very busy man, he won’t have time to remind her... he will need or be willing to touch other bodies, other minds… In fact, he does not need a woman. Also, he tells her he will be happy if she finds someone to love and be loved.

   She should know, in this LIFE nothing is 100% perfect: also, they don't speak the same language, they have to communicate in a third one, so many things or deep feelings can be lost in translation... anyway, they try their best and they also can talk through the silence...
   Passionate lover, Happy is confused how to deal with such special new friend. She likes to get ‘full’ (if possible, everyday) attention from her loved ONE, for example, a simple “hi” in the morning or just before going to bed is able to keep her passion at the peak…
   Anyhow, she likes to be free and is so glad to have found this free lovely man. Even she does not want to "own" anyone (she knows LOVE is FREE), inside her it’s very hard to deal with the feeling of loving someone that way, she admits it.

Love is real, real is love
Love is feeling, feeling love
Love is wanting to be loved
Love is touch, touch is love
Love is reaching, reaching love
Love is asking to be loved
Love is you
You and me
Love is knowing
We can be
Love is free, free is love
Love is living, living love
Love is needing to be loved
 
LOVE we don't seek, it's the HEART that finds it!

   Still many things, many thoughts, are brand new for her. She was married in the past and, after divorced twice, she had a few unsuccessful love stories. She is always learning about life: about (real) love, for example, with no strings or no attachment, no jealousy...

   Summing up her feelings about that guy and their special relationship: 
- Very busy and wise man, important for many people and requested by everyone, HE really does not need a woman; 
- Woman committed only to her own Happiness or with whoever likes to go along with her, SHE does not need a man... 
Then, perhaps there might be a perfect symbiosis for a REAL FRIENDSHIP. This lovely man (who she will never forget) could be THE ONE: yes, a REAL (man) FRIEND – with or without... as she never had before...
   After a 4 weeks’ story with such intense feelings, including tenderness and also some “hot” moments, she feels he is really someone very special for her, who came up in her life to provide her (or them) with such wonderful sensation. And she admires him with his great knowledge.
   With no expectations, just LIVE AND LET LIVE! After all, their motto is "CARPE DIEM"...

“You know it’s love when all you want is that person to be happy, even if you’re not part of their happiness”

Physical attractions are common, but a mental connection is rare, like a gift. 
Soul bonds are priceless.